Bancos Pouco Engajados

Bancos Pouco Engajados

Na 7a edição do GBR, as notas para o comprometimento socioambiental das principais instituições financeiras que atuam no País continuam muito baixas.

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Reajustes de tarifas bancárias ficam bem acima da inflação

Reajustes de tarifas bancárias ficam bem acima da inflação

Pesquisa do Idec constata que pacotes de serviços dos cinco maiores bancos do Brasil têm aumento de até 78,9% entre novembro de 2016 e outubro deste ano; IPCA do período fica em 2,70%

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Relatório de ouvidorias de bancos são vagos e superficiais

Relatório de ouvidorias de bancos são vagos e superficiais

Pesquisa realizada pelo Idec verifica que quatro dos sete maiores bancos do País não informam o percentual de resolução de problemas pelo canal

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Renegociação de dívidas frustradas (2017)

Renegociação de dívidas frustradas (2017)

Na segunda pesquisa realizada em 2016 foram avaliadas as condições de renegociação de dívidas enfrentadas pelos consumidores. De acordo com o indicador de inadimplência do Banco Central, os contratos renegociadas passaram a ocupar a segunda posição no ranking da instituição, atrás apenas do cartão de crédito rotativo. Diante desse resultado, a pesquisa realizada com 1815 internautas identificou que 53,6% já renegociaram dívidas bancárias e mais da metade desse grupo voltou a ficar inadimplente e com o nome negativado.

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Estudo 'Os bancos colhem o que plantam?' (2017)

Estudo 'Os bancos colhem o que plantam?' (2017)

O relatório avalia se os bancos levam em consideração questões socioambientais relevantes para commodities agropecuárias (em especial, soja, carne e óleo de palma), bem como se eles apresentam sistemas de governança e implementação adotados para que esses critérios sejam, de fato, aplicados.

Foram avaliados os bancos que tiveram maior exposição de sua carteira de crédito ao setor agrícola: Banco do Brasil, Bradesco, Caixa, Itaú e Santander. As cinco instituições declaram avaliar e monitorar empréstimos concedidos em questões sociais e ambientais e divulgam algumas práticas e políticas para concessão de crédito. O estudo, no entanto, também identificou que, apesar dos bancos terem emprestado cerca de R$ 200 bi ao setor agropecuário em 2015, ainda apresentam poucos sistemas e recursos para garantir que projetos que não cumpram com boas práticas socioambientais sejam financiados.

Apenas Santander e Banco do Brasil apresentaram, em suas políticas, critérios específicos para os riscos socioambientais associados à agricultura, sendo que somente o primeiro considera riscos específicos da produção de óleo de palma e soja.

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Publicidade na oferta de crédito (2016)

Publicidade na oferta de crédito (2016)

Na primeira etapa da pesquisa sobre a oferta de crédito de 2016, foram analisadas as publicidades em ambientes eletrônicos e presenciais de bancos grandes e médios e em financeiras independentes ou vinculadas a lojas de departamentos. O estudo apontou para um descomprometimento das instituições financeiras na avaliação das condições de crédito, projetando nas taxas de juros os riscos de inadimplência e induzindo o consumidor num ciclo vicioso de uso recorrente do crédito.

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Estudo Direitos do Consumidor (2016)

Estudo Direitos do Consumidor (2016)

Assim como o estudo das políticas das instituições financeiras em catorze temas distintos, a avaliação das políticas em direitos do consumidor verificou em 21 elementos, como se materializa a preocupação dos bancos com seus clientes e como essa preocupação está inscrita em seus diversos documentos públicos.

Assim, aspectos como divulgação pública de demandas, tratamento das mesmas, metas e compromissos públicos de redução das reclamações, disponibilização de mecanismos alternativos para resolução de litígios, de dívidas e outros tantos foram analisados e pontuados em uma escala de zero a dez.

A verificação dessas políticas se concentrou nas recomendações para cinco grupos de serviços bancários: contas correntes e poupanças, crédito rotativo, empréstimos pessoais, crédito imobiliário e investimentos pessoais e seguros.

O estudo brasileiro de Direitos do Consumidor é o primeiro a ser publicado entre todos os sete países integrantes do FFGI.

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Estudo 'Minando nosso futuro' (2016)

Estudo 'Minando nosso futuro' (2016)

O relatório analisa os investimentos de 75 bancos em um grupo de 178 companhias atuantes em energia de origem fóssil (carvão, petróleo e gás) alguns tipos de energias renováveis. O objetivo do estudo foi analisar se as instituições financeiras estão contribuindo para o combate às mudanças climáticas e se seus investimentos estão compatíveis com compromissos assumidos em relação ao clima.


O relatório aponta que 25 maiores bancos comerciais do mundo destinaram, entre 2009 e 2014, pelo menos US$ 931 bilhões a empresas e projetos baseados em combustíveis fósseis e apenas US$ 98 milhões voltados a energias renováveis no mesmo período.

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Liquidação antecipada, encerramento de conta e avaliação do SAC (2015)

Liquidação antecipada, encerramento de conta e avaliação do SAC (2015)

Na terceira e última etapa das pesquisas de práticas bancárias de 2015, o Idec analisou o processo para liquidação antecipada de crédito e encerramento de contas. O objetivo foi verificar se os bancos concedem o desconto correto para quem realiza o pagamento de uma dívida antes do prazo e, depois disso, como conduzem o processo de encerramento da conta. Este ano, a pesquisa também avaliou o serviço de atendimento ao consumidor (SAC) oferecido pelos bancos. 

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Contratação de crédito pela internet (2015)

Contratação de crédito pela internet (2015)

A segunda etapa do levantamento sobre práticas bancárias teve o objetivo de avaliar as condições oferecidas pelos seis bancos para a obtenção de crédito pessoal pelo internet banking. A pesquisa também avaliou a contratação de um serviço (seguro de vida) pela internet, a fim de verificar se as instituições respeitavam o direito de arrependimento – consagrado pelo CDC para contratações fora do estabelecimento comercial, no prazo de sete dias. 

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Abertura de Contas Eletrônicas (2015)

Abertura de Contas Eletrônicas (2015)

Em 2015, a primeira etapa da pesquisa de práticas bancárias avaliou o processo de abertura de contas nos seis maiores bancos do país: Banco do Brasil, Bradesco, Caixa, HSBC, Itaú e Santander. No levantamento, buscou -se contratar pacotes digitais, para movimentação exclusiva por canais de autoatendimento: internet banking, aplicativos móveis e caixa eletrônico.  A pesquisa identificou que, ao lado da modernidade de serviços virtuais, persistem velhas práticas abusivas por parte das instituições financeiras no processo de abertura de contas.

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Estudo 'Transparência e Prestação de Contas no setor financeiro' (2014)

Estudo 'Transparência e Prestação de Contas no setor financeiro' (2014)

O relatório analisa os principais aspectos relacionados à transparência e prestação de contas, além de relatar questões fiscais e de corrupção relacionadas, e como se aplicam aos 47 bancos em sete países onde o Fair Finance Guide International (FFGI) atua, inclusive o Brasil. Esses bancos recebem uma pontuação para cada um a respeito de dois temas: o de Transparência e Prestação de Contas e o de Impostos e Corrupção, olhando para quatro aspectos principais: publicação de políticas e gestão de riscos; divulgação de investimentos; relatórios sobre a participação em empresas e comportamento eleitoral; e diálogo com as partes interessadas. Dessa forma, os bancos são categorizados em: líderes, seguidores ou retardatários.

Apenas um dos bancos brasileiros está entre os dez primeiros no ranking internacional, sendo que nenhum banco está na categoria de líderes. Para saber mais sobre os resultados da pesquisa, práticas do seu banco ou como o setor financeiro vem debatendo os temas de Transparência e Prestação de Contas e Impostos e Corrupção, acesse o estudo no link abaixo!

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