Como é a pontuação dos Bancos em

Todas as informações sobre o tema Armas

No tema “Armas”, os elementos de avaliação traduzem a expectativa de que os bancos não financiem e nem invistam em empresas envolvidas com certas armas repudiadas internacionalmente. Também avalia se o banco tem políticas para que as empresas envolvidas na produção de armas ou outros dispositivos militares (aviões, tanques, sistemas de tecnologia, etc.) nas quais ele investe ou para as quais fornece crédito, não venda seus produtos a países que violam gravemente os direitos humanos ou com altos níveis de corrupção, dentre outras características. Na página de metodologia, todos os elementos de avaliação estão listados na íntegra.

Apenas Safra e Santander publicam suas diretrizes para o setor. Ambos os bancos não apoiam a fabricação, comercialização ou distribuição de armas químicas, biológicas e nucleares ou munição contendo urânio. O Santander vai mais longe, incluindo também minas antipessoais e munições de fragmentação à lista. Ambos os bancos tiveram uma redução na nota porque suas políticas tiveram alterações.

A nova redação da política do setor de defesa do Grupo Santander, adotada pelo Santander Brasil, 

não inclui mais a exclusão das empresas envolvidas com as armas acima da categoria de gestão de recursos de terceiros. Isso levou à perda dos pontos nesta categoria de escopo. Contatado, o banco não deu maiores detalhes ao GBR. Ainda assim, a perda foi amenizada pelo fato de o Santander Brasil publicar que ele e suas subsidiárias não fazem investimentos no setor de armas e munições. A política internacional manteve as restrições quanto ao destino das armas, mas não como uma proibição.

O Banco Safra, por sua vez, teve uma alteração que também o fez perder pontos na categoria de gestão de recursos de terceiros e gestão de recursos próprios. A nova redação da política do banco deixou bem clara a restrição da política às operações de crédito. Nesta categoria o banco sequer inicia relacionamento com empresas envolvidas com os armamentos que o banco repudia. A boa notícia da mudança de política é que várias das diretrizes da política de direitos humanos do banco, inclusive sobre armas, foram incorporadas à sua PRSA.

Quer saber mais? Leia o relatório completo aqui

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