Como é a pontuação dos Bancos em

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Estima-se que atualmente existam cerca de 875 milhões de armas de pequeno porte em circulação. Globalmente, gastos com atividades militares representam 9% dos gastos públicos. O Brasil faz parte da rota de armamentos e também sente seus reflexos na violência urbana. A exportação de armas continua crescendo e grande parte é destinada a países em desenvolvimento e economias emergentes. Em 2013 o Brasil foi o quarto maior exportador de armas leves no mundo, exportando no mínimo USD 100 milhões.

A pontuação nula na maioria das instituições financeiras reflete a ausência de políticas de investimento específicas para o setor de defesa. Ainda que este setor não seja relevante na carteira de investimentos dos bancos, seria importante que eles informassem a parcela da carteira atribuída a ele e explicitar seus compromissos para que os investimentos não sejam aplicados a atividades controversas, como a fabricação, manutenção e comercialização de minas terrestres ou armas químicas, biológicas e nucleares.

O BNDES menciona explicitamente que não financia o comércio de armas, mas fornece crédito a diversas empresas do setor de defesa. Mesmo assim não possui uma política específica para este setor sensível e por isso não pontua.

Uma das grandes novidades do GBR 2018 foi o posicionamento do banco Safra no tema. Ele revisou sua Política de Direitos Humanos e incluiu a diretriz de não manter qualquer tipo de relacionamento comercial e/ou de financiamento com organizações (ou suas subsidiárias, independentemente de sua atividade) que fabricam, comercializam ou distribuem armas químicas, biológicas e nucleares ou munição contendo urânio.

Como nos anos anteriores, o Santander continua com a liderança no tema. Além de não se envolver com munição contendo urânio empobrecido, minas antipessoais e bombas de fragmentação (cluster), ele analisa também o destino dos produtos. Observa, dentre outros, os riscos de eles causarem ou exacerbarem conflitos armados ou tensões existentes e se há sérias razões para acreditar que a entrega será desviada de seu destino original.

Bradesco e Itaú mostram em seus documentos que a produção ou comércio de armas e munição são atividades que passam por procedimentos específicos para concessão de crédito. Entretanto, não pontuam pois deixam de informar quais são as restrições impostas ou mesmo quais diretrizes gerais orientam as restrições.

 

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