Como é a pontuação dos Bancos em

Todas as informações sobre o tema Corrupção

Em “Corrupção” são avaliadas as políticas internas dos bancos e das empresas nas quais ele investe ou financia. Espera-se que haja uma política para ambos (banco e empresas) proibindo a prática de lavagem de dinheiro e qualquer tipo de propina e reportando sobre a participação em relações governamentais. Na página de metodologia, todos os elementos de avaliação estão listados na íntegra.

Neste tema a média é mais alta pois há diversos elementos sobre operações internas das instituições financeiras. Todos os bancos pontuam por apresentarem políticas anticorrupção e contra lavagem de dinheiro e financiamento do terrorismo. Trata-se de um aspecto positivo, mas também é uma exigência regulamentar. Ainda no aspecto de operações internas, apenas Bradesco e Itaú pontuam no que se refere ao reporte de participação em atividades de relações governamentais ou institucionais. São os que trazem, em seus relatórios anuais, detalhes sobre as atividades realizadas por federações e associações setoriais que os representam e os valores de contribuições que destinaram a elas. O BB lista as entidades às quais se filia.

Um aspecto negativo de todos os bancos é a ausência de políticas relacionadas aos investimentos e financiamentos que realiza.

Se por um lado há um bom desempenho nos elementos relativos às operações internas do próprio banco, por outro o mesmo comprometimento não é demonstrado com os investimentos e financiamentos realizados. São publicadas poucas diretrizes anticorrupção que são exigidas de empresas investidas. Quando informações sobre os investimentos existem, elas dizem respeito quase que exclusiva- mente à gestão de recursos próprios, mas somente em relação a participações majoritárias dos bancos (ou seja, naquelas em que ele detém o controle da empresa). Nesses casos, as políticas esclarecem que não são realizados investimentos em empresas que tenham sido condenadas pela Lei Anticorrupção (Lei 12.846/2013) ou se exige conformidade com a mesma.

A queda nas notas de BV e Santander são referentes a mudanças na redação de suas políticas. O BV teve perda em pontos de escopo, enquanto o Santander deixou de responder “sim” à pergunta do ISEB3 sobre atuação de forma proativa e contínua na conscientização e capacitação de seus clientes para a prevenção e combate a todas as formas de corrupção. No caso do BNDES, a queda refere-se a um ajuste metodológico.

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